17.10.15

AS FORMATURAS ESCOLARES AO LONGO DE TRÊS DÉCADAS

Já em finais do século passado, as cerimônias de colação de grau foram deixando de existir.
Isso tanto nas escolas estaduais de 1º e 2º graus, estaduais e particulares, com raríssimas exceções.
Na Universidade de São Paulo, quando conclui o bacharelado em História, em 1970, eram marcados dias na Reitoria nos quais grupos de alunos colavam grau sem qualquer aspecto solene.
No curso de Direito, a tradição da cerimônia ainda persistia, apesar de seu alto custo. Passei por ela em 1980, no Mackenzie. Não sei hoje como está.
Nos anos 1940, 1950 e 1960, as cerimônias ocorriam no primário, no secundário e no ensino superior.
As fotos que aqui seguem proporcionam uma ideia de como essas cerimônias eram bonitas, tanto em escolas estaduais que congregavam alunos de todas as camadas da sociedade, como em escolas particulares.
As cerimônias ocorriam nos salões  de clubes  e em cinemas. No caso de Ourinhos, eram utilizados o Cine Ourinhos e o Grêmio Recreativo de Ourinhos. Já o Educandário Santo Antônio  possuía um grande auditório e o utilizava para essa finalidade.

Em 1948, o Ginásio de Ourinhos, ainda um estabelecimento privado com subvenção da prefeitura, realizava a festa de formatura da primeira turma de normalistas da cidade utilizando-se do Cine Ourinhos.
À esquerda achavam-se os professores (as) e à direita as formandas.
Na foto, discursa o diretor do estabelecimento, drº João Batista de Medeiros. 


Em 1954, ainda no Cine Ourinhos, o Grupo Escolar Jacinto Ferreira de Sá realizava a festa de formatura dos alunos do curso primário. Na foto, o diretor da escola, professor José Maria Paschoalick entrega o diploma à garota Marisa Ferreira Batista, que tem ao seu lado o pai, Antonio Ferreira Batista, gerente do Banco do Estado de São Paulo. À esquerda, a professora do quarto ano, dona Dalila Souza aguarda o momento de entregar à aluna o seu prêmio pela classificação.  


Alunas do curso ginasial do Educandário Santo Antônio, na cerimônia de formatura, em 1959. Entre as formandas está a aluna Marli Ferreira Batista, a primeira à direita.


As duas fotos abaixo são da formatura do curso normal do Educandário Santo Antônio. Na primeira discursa a irmã Celestina,  à mesa se encontram o professor Norival Vieira da Silva, o padre Duílio Liburdi, do Seminário Josefino e o Inspetor Federal drº Salem Abujamra.



Das mãos de seu pai, Marisa Ferreira Batista recebe o anel de professora



Em 1958, o garoto José Carlos Neves Lopes, orador da turma do curso primário do Grupo Escolar Jacinto Ferreira de Sá, lê o discurso. Ao fundo Tufy Zaki Abucham, Miguel Farah e o professor Aparecido Lemos.
Cerimônia realizada no Grêmio Recreativo de Ourinhos. 



1962, as turmas do ginásio (primeira fileira) e do científico  (somente os cinco últimos), do Instituto de Educação Horácio Soares cantam o Hino Nacional, em cerimônia no Grêmio Recreativo de Ourinhos





 Nesta  foto, o ginasiano José Carlos Neves Lopes recebe o diploma das mãos do Inspetor Federal, drº Salem, sendo observado pelo diretor do "Grupão, profº Luiz Cordoni Junior; na ponta da mesa, padre Felipe, professor de inglês e irmã Celestina.



Alunos do curso ginasial do IEHS em cerimônia de formatura, no ano de 1957.
A quarta aluna, da esquerda para a direita, é Maria Inês Pizzolante, que foi casada com Roberto Pellegrino.


Alunos do curso técnico de contabilidade do ano de 1965, em cerimônia realizada no ano de 1965, no GRO. A cadeira vaga é a minha. Eu fui o orador da turma, e fazia o discurso naquele momento. 





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