EMA BIGI




Não sei se ainda existe a "Companhia Interamericana de Produtos Alimentícios" em Ribeirão do Sul.
No início dos anos 1960, seu proprietário era Aniz Saad. Ele trouxe uma amiga da familia, Ema Bigi, moradora em São Paulo, que tinha poderes mediúnicos extraordinários, a fim de que conseguisse decifrar problemas que vinham ocorrendo no escritório de sua fábrica. Aniz era o pai do Kiko, que foi casado com Ciomara Matachana.
Nessa ocasião, Aniz levou-a consigo numa visita que fez ao gerente do Banespa em Ourinhos, Antonio Ferreira Batista. A esposa do senhor Ferreira, Olívia, chamou minha mãe, que era sua vizinha para conhecer dona Ema. Nasceu, assim,  uma amizade entre Amélia e Ema. Amizade que perdurou ate a morte de Ema, no anos 1980.
Meus pais, nos anos em que moraram em São Paulo,  alugaram um apartamento no Largo do Arouche. Dona Ema,  na ocasião, estava morando com o filho Mário Bigi, conceituado decorador de São Paulo, na Rua Sebastião Pereira, bem próxima do Arouche. Desse modo, amélia e Ema  estreitaram ainda mais a amizade.
Mário era pai de José de Castro Bigi, já falecido, que foi presidente da OAB por duas vezes nos anos 1980.
Mário Bigi teve a propriedade de uma loja na Sebastião Pereira denominada "Ao Quadro Elegante", instalada em prédio que foi derrubado quando da construção do Metrô.
Os poderes de vidência de Dona Ema pude acompanhar de perto. Ela olhava para uma pessoa e apontava aspectos pessoais, predizendo inclusive fatos futuros Tinha um coração de ouro.
Quando jovem, foi moradora do Cambuci e vizinha dos pais do ministro Delfim Netto, que conheceu ainda menino.
Ela está nessa foto ao lado de minha mãe.
A foto foi feita por meu pai no jardim de nossa casa na Arlindo Luz 479, nos anos 1960.

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