OURINHOS, SONS E CHEIROS

ROBERTO PELLEGRINO ESCREVEU:




SONS E CHEIROS


"Tenho certeza de que o apito e o cheiro (em certa época do ano) da Sanbra ficaram gravados na memória de nós todos.  Reportam ao tempo em que éramos jovens , namorávamos no cinema e dançávamos no Grêmio Recreativo de Ourinhos.  Aliás, nos Carnavais do GRO, era em outro cheiro que nos engolfávamos: o do lança-perfume. Quanto aos sons, há os que são representativos de uma fase de nossas vidas que hoje, todas as vezes em que alguns de nós se reúnem, nos deliciamos em recordar. Por exemplo, o dos cascos dos cavalos que puxavam as numerosas charretes pelas ruas da cidade, e o da voz do Abrão (“Quende!”) ao vender seus deliciosos quibes. Há também o som das fanfarras do I.E.H.S.  e do Colégio Sto. Antônio, e o martelar das arapongas nas quentes e modorrentas tardes ourinhenses. Quanta saudade!  

Pelleberto Rogrino

Comentários

Zélia Guardiano disse…
Adorei o texto do Roberto, José Carlos!
Guardo também, com saudade, todas essas boas lembranças.
E acrescentaria, ainda, o cheiro divino das bistecas na chapa do boteco do Pedro Danga ( talvez pouco conhecido, por ter sido localizado "pra baixo da linha"), e o som do serviço de alto-falante da Praça Melo Peixoto, que anunciava, entre outras coisas, que "rapaz de camisa amarela oferecia a música Don't Be Cruel para garota de vestido vermelho e sandálias brancas, como prova de imenso amor." rsrs...Isso, depois da primeira sessão do Cine Ourinhos...
Mais uma belíssisma postagem!
Grata!
Um abraço da
Zélia
Anônimo disse…
Isso ai quem não se lembra das bistecas de Pedro Danga, bar frequentado por todos de Ourinhos... que bons tempos aqueles.

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