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OURINHOS NO INICIO DOS ANOS 1950.



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Há sessenta anos Ourinhos ainda era uma cidade pequena. Seu calçamento havia sido iniciado há  apenas dois anos.
 Possuía 394 propriedades agrícolas, das quais a maioria tinha menos de vinte alqueires(322).
Na agricultura predominavam: café,  algodão, milho, arroz e alfafa.
As principais casas de secos e molhados eram: Casa Zanotto, F. Mateus & Cia, Antônio J. Ferreira & Cia Ltda, Tone & Cia, Tertuliano Vieira & Filhos, Carlos Amaral e Irmãos Mori.
986 operários trabalhavam em 160 indústrias distribuídas  taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões.
As consideradas grandes indústrias se dividiam nas categorias: benefício de algodão, serraria, oficina mecânica e fundição, carpintaria, ferraria, serralheria, beneficiamento de arroz, bebidas, farinha de milho, artefatos de metal, torrefação e moagem de café, vendas e reparos de carros Chevrolet, vendas e reparos de carros Ford, fábrica de balas, frigorífico.
Duas estradas de ferro serviam o município: E.F. Sorocabana e Rede de Viação Paraná-Sta Catarina. 
Três trens faziam diariamente a ligação Ourinhos-São Paulo, com duração média de 12 horas de viagem.
O tempo de médio da viagem  Ourinhos-São Paulo por estrada de rodagem era de 8 a 10 horas.
Os vereadores eram: Moacir de Melo Sá, Francisco Cristoni, Benedito Monteiro, Telésforo Tupina, Alberico Albano, Alberto Braz, Altamiro Pinheiro, Joaquim Lino de Camargo Júnior,Álvaro Franco de Camargo Aranha, Domingos Camerlingo Caló, Horácio Soares, Alfredo Monteiro e João Bento Vieira da Silva Neto.
Estavam qualificados 3.335 eleitores .
Na foto, por Francisco de Almeida Lopes, dois moradores cultivam o ócio nos bancos que rodeavam o Coreto.

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