Pular para o conteúdo principal

JOSÉ DA CRUZ THOMÉ E MARIQUINHA TOCALINO





José da Cruz Thomé e Maria Tocalino (Mariquinha) se conheceram e se casaram na velha Ourinhos do início dos anos 1930.
Ele e o irmão Mário vieram do longínquo Portugal. Em Ourinhos acabaram se estabelecendo e constituindo família.
Thomé foi o primeiro livreiro de Ourinhos, com livraria na Praça Melo Peixoto. Sempre com sua gravata de borboleta era visto diariamente naquele local que conheci na minha infância.´
Em 1931, Thomé e Mariquinha ficaram noivos.
 O noivo apaixonado quis levar a noiva para conhecer o mar que ele atravessara para chegar ao Brasil. Assim, tomaram o trem noturno da Sorocabana, dona Emília Tocalino, mãe da jovem Maria e o casal de namorados.
Em plena praia posaram apaixonados para uma uma foto.
Casaram-se em 1932 e tiveram apenas uma filha, a bela Neuza, já falecida.
AMOR INFINDO, por Dalva Maria Ferreira, autora do Blog "Poesias Soltas"
Amar,
assim, de um amor infindo,
como se vê nos livros,
que dure para sempre
embora seja chama, ou talvez só porque seja.

Amar,
olhando só pra frente,
guardando só o que é doce
e lembrando só o que é alegre
e querendo estar junto da pessoa amada.

Amar,
escalando montanhas,
contornando obstáculos,
caindo e tropeçando,
caindo e levantando, mas sempre de mãos dadas.

Amar,
superlativamente,
sem barreira ou limite,
sem linha de chegada,
até que a morte venha, e que nos leve junto.
Foto cedida pela neta Valéria Thomé de Oliveira

Comentários

Zélia Guardiano disse…
Linda postagem!
Tenho grata lembrança do nosso livreiro.
Realmente lindo, o casal!
O poema , magnifico!
Abraço.
Itamar Rabelo disse…
Olá, J. Carlos.
Eles estão numa praia mesmo? Mas aquele treco no plano de fundo parece um avião... Forte abraço!
Sim, trata-se de uma praia.
Ab
José Carlos
Obrigada pela divulgação do meu poema, José Carlos! Fico feliz e honrada em ilustrar o blog dessa cidade tão linda que eu ainda mal conheço. Minha família é certamente oriunda de Portugal como esse elegante jovem, pena que não temos registros de nossa árvore.

Postagens mais visitadas deste blog

O CINQUENTENÁRIO DA TURMA DE DEBUTANTES DE 1966 DO GRÊMIO RECREATIVO DE OURINHOS

A edição de 3 de setembro de 1966 do jornal O Progresso de Ourinhos saiu com a capa em cores, sendo praticamente dedicada a reportagens sobre as debutantes de 1966 do Grêmio Recreativo de Ourinhos. Na capa, a manchete foi:


Alice Chiarato, Ana Cristina Paula Lima, Aparecida de Oliveira, Cleide Prioli Gaudêncio, Cleonice das Graças Teixeira, Déa Maria dos Reis, Eloisa de Azevedo, Guacyra Maria Ferrari, Mariângela Baccili Zanoto, Mariângela Cury, Maria Ângela Pinheiro, Maria Dilza de Freitas Faria, Maria Silvia Bueno de Campos, Sílvia Nicolosi Correia, Silza Saccheli Santos







Nas páginas seguintes, as debutantes de 1966 foram entrevistadas sobre algumas de suas preferências e aspirações. Cada uma das debutantes tiveram sua foto publicada no topo da entrevista





O ator  preferido das adolescentes foi, de longe,  Rock Hudson, seguido por Alain Delon; já quanto ao cantor a preferência foi por Agnaldo Rayol.
Rock Hudson
À pergunta sobre a vocação foram citadas: engenharia química, psicologia, música, …

DE VOLTA PARA O PASSADO: 1961, AS TORRES DA IGREJA MATRIZ DO SENHOR BOM JESUS

À esquerda padre Domingos Trivi, à direita padre Eduardo Murante

Nesta edição comemorativa dos sessenta nos do mais antigo jornal de Ourinhos, a "Folha de Ourinhos", nada melhor do que um assunto próximo às origens do semanário veterano. Numa das últimas visitas que fiz ao nosso  saudoso  amigo drº Antonio Ferreira Batista, que foi gerente do Banco do Estado de São Paulo - Banespa entre os anos de 1950 e 1960, quando comentei algo sobre o Padre Domingos Trivi, o srº Ferreira contou-me que havia sugerido a esse pároco uma grande ação para que a Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus tivesse finalmente suas torres concluídas. Desde os finais dos anos 1940, quermesses, leilões de prendas e outras ações por parte dos paroquianos tornaram possível a edificação da nova Igreja Matriz.  
Concluída na parte interna, embora ainda sem um acabamento mais fino,  já nos primeiros anos da década de 1950, cerimônias foram sendo realizadas no novo templo. 
Era necessário, então, a finalização de sua f…

LIBERTO RESTA (1914-1984), O CHEFE DO ESCRITÓRIO DA SANBRA

Nessa foto de autoria de meu pai,vemos Liberto e Ditinho acompanhados por Arlindo (trabalhava na seção pessoal da Sanbra) no acordeão e Robertinho (trabalhava na Coletoria Estadual), por ocasião de uma homenagem a Ourinhos no programa televisivo de Homero Silva, no final dos anos 1960.

Nesta foto vemos o casal Liberto e Ynira, a filha Rosa Maria, Ivone Duarte de Souza, esposa do gerente da Sanbra José Fernandes de Souza e a filha Cristina por volta de finais dos anos 1950.

Os dois anos e meio em que trabalhei na Sanbra foram marcantes para mim Muitos dos empregados da fábrica e do escritório tornaram-se um paradigma para minha vida profissional ao longo de 50 anos. Um deles foi Liberto Resta. Ingressei com 15 anos no escritório, na condição de aprendiz. Liberto era o chefe do escritório.
Foi o responsável pla formação da primeira equipe do escritório da Sabra em Ourinhos.
Na foto abaixo vemos Liberto juntamente com alguns empregados do escritório e da fábrica, no ínicio dos anos 1950.
Aga…