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CASAMENTO DE NEUSA THOMÉ (1957) E GINCANA DE RUA EM OURINHOS

Assista ao casamento de Neusa Tocalino Thomé e Paulo Miguel de Oliveira em 1957. Foi muito bom ver a figura alegre de Zico Nicolosi tocando acordeão; a Nanci como a conheci naqueles anos recém-casada com o Bertico Soares; o Tufy e Julio Zaki e muitas outras pessoas. Outro detalhe importante é a cena do casamento na Igreja Matriz onde se vê o antigo altar em mármore, hoje, retirado de lá. Um documento histórico. Igualmente importante é a filmagem de uma gincana na praça Melo Peixoto com a população se divertindo com inúmeras brincadeiras. O casamento está nesta URL: http://www.youtube.com/watch?v=sQwdIc3-fRA O outro é um filme de uma gincana de rua, que foi muito comum nos anos 1950. Neuza Thomé aparece mordendo uma maçã. http://www.youtube.com/watch?v=_K6ehlPwPYU Os dois documentos pertencem a Valéria Thomé de Oliveira, a quem agradeço pelo aviso sobre a disponibilização no You Tube.

AS FIGUEIRAS DA PRAÇA MELO PEIXOTO

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Não se esqueça de clicar sobre a foto. Já falamos aqui das "Andá-açu" que ainda estão a embelezar a praça mais antiga de Ourinhos. Esta foto, feita por meu pai no limiar dos anos 1950, chamou minha atenção para a espécie de Figueira denominada figueira benjamim, originária da Índia. Ela se desenvolve rapidamente, o que me leva a crer que suas mudas tenham sido plantadas na praça durante os anos 1940. Com copas largas, elas propiciavam abrigo para o sol escaldante que predomina em nossa cidade na maior parte do ano. Numa época em que os bancos de pedra tinham encosto, eles eram, portanto, bastante utilizados. Seu grande problema é o fato de as raízes deformarem o piso. Em seus troncos, bandos de andorinhas faziam moradia. Ao final da tarde era uma beleza a revoada que faziam pelo céu da cidade. Em compensação, havia a sujeira que deixavam sobre os bancos e piso interno da praça, o que levou a administração municipal a adotar medidas para expulsá-las da cidade. Nos anos 195...

SETE DE SETEMBRO DE 1954

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Voltando a falar da participação do Educandário Santo Antônio, nos desfiles de Sete de Setembro, temos aqui uma foto de 1954. O local é a confluência da Avenida Altino Arantes com a Praça Melo Peixoto, vendo-se ao fundo parte da casa da família de Francisco Mayoral, onde na frente funcionou o Bar Internacional e, mais tarde o Bar Paratodos, do genro de Francisco, Mário Ribeiro da Silva. Uma parte do prédio abrigava a Alfaiataria Lider, uma das mais antigas da cidade. Mais acima vê-se o prédio do Cartório e residência, na parte superior, de Abrahão Abujamra. Desfilam os alunos (as) do Curso Pré-Primário. Em primeiro plano, vemos portando a Bandeira Brasileira a garota Maria Vitória Silvestrini Brisola, com seu lindo cabelo loiro encaracolado, e, abrindo o pelotão dessa turma, o garoto José Carlos Neves Lopes. Os alunos do Curso Pré-Primário trajavam uma roupa de marinheiro em branco com detalhes em azul, feita especialmente para essa ocasião. Após o desfile, o garoto foi levado par...

OS MIGLIARI

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A foto que vemos é de 24/8/1939. Ela nos mostra um grupo de pessoas à frente de um caminhão estacionado à porta da Fundição de Ferro e Bronze, Serraria e Fábrica de Veículos Narciso Migliari & Irmão, na Avenida Jacinto Sá. Motivou a foto, a enorme tora procedente da Fazenda São João, medindo 6426 m2. Os Migliari acham-se à esquerda. A presença dos Migliari na região remonta às origens de Ourinhos. Henrique Migliari, natural de Rovigo, Itália, chegou a Ourinhos em 1910. A família Migliari iniciou suas atividades na cidade no ramo industrial. Seu filho Narciso casou-se com Cisira Sândano, filha de Heráclito Sândano, natural de Pádova, também um dos pioneiros de Ourinhos. Narciso foi o proprietário do primeiro cinema da cidade – o Tizim. Os filhos deram continuidade às atividades do pai até os anos 1980. A descendência de Narciso e Cisira fincou sólidas raízes na cidade, destacando-se na política por meio de Lauro Migliari, vereador e prefeito municipal, e na medicina na pesso...

O GAROTO E SUA BICICLETA, A BANCA DE JORNAIS E REVISTAS E A SIBIPIRUNA

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Durante muitos anos estive à procura desta fotografia de cuja existência eu tinha certeza. Uma busca apurada em negativos de meu pai me fez encontrá-la. Por que o interesse nela? Não pela minha presença no centro dela, e sim pela banca de revistas que aparece atrás. Ela foi a primeira banca de revistas e jornais de Ourinhos. Localizava-se entre o Bar e Café Paulista, dos irmãos Zaki, e a velha Igreja Matriz na Praça Melo Peixoto, portanto, numa posição estratégica. Quem teria sido o dono? Segundo o ourinhense João Previdelli era um baiano de aproximadamente 60 anos chamado Bandeira. O ano? Deve ser 1956 ou 1957. Nela também se vê uma das jovens mudas de sibipirunas plantadas pelo prefeito Domingos Camerlingo Caló em sua primeira gestão (1952-1955). Segundo relato da jornalista Vera Brandt http://www.verabrant.com.br/principal.htm era desejo do presidente Juscelino ser enterrado à sombra de uma sibipiruna: "Certa vez em que o Juscelino, Carlos Murilo, Déa e eu fomos ao cemitér...

O DESFILE DE SETE DE SETEMBRO (7-9-1959)

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Clique sobre a imagem para vê-la no tamanho original. O Colégio Santo Antônio, instituição privada de ensino mantida pelas Irmãnzinhas da Imaculada Conceição, se esmerava na organização do desfile de Sete de Setembro. Dispondo de mais recursos que as escolas estaduais, quase sempre levava os principais prêmios. Esta foto (7-9-1959), na Avenida Altino Arantes, altura da Praça Melo Peixoto, nos dá uma ideia do que era o desfile do Colégio Santo Antônio. Abrindo-o vinha um carro alegórico enfeitado com vasos contendo copos-de-leite naturais. Era uma homenagem à filha do imperador d. Pedro I, a princesa d. Maria da Glória, representada pela aluna Nilce Maria Ferrari, filha de Nilo e Luisa Ferrari. Ao seu lado dois garotos, o que está à direita era o filho caçula do casal drº Hermelino e Tata de Leão, Carlos Alberto, já falecido. Após o desfile, Nilce foi ao estúdio fotográfico e posou como princesa.

PRAÇA MELO PEIXOTO, ANOS 1930

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Eis uma foto interessante feita por Francisco de Almeida Lopes, nos anos 1930, antes do novo paisagismo dado à Praça Melo Peixoto pela administração Benedito Martins de Camargo, em 1937. Por ela é possível se verificar que as Andá-Açu já haviam sido plantadas.