EMÍLIO DE LEÃO




Quando criança e adolescente ouvia em casa de meus pais e de meus avós muita prosa sobre Emílio de Leão e seus feitos. Infelizmente pouquíssima coisa ficou na minha memória. 
No arquivo de meu pai, há uma foto de Emílio Leão e sua família (a esposa e os filhos Ester, Moacir e José) na varanda de sua casa. Embora não seja uma "boa" foto, serve para registrar a memória desse personagem controverso. 
Sei que ele era tio do drº Hermelino de Leão, que foi prefeito de Ourinhos em três ocasiões.
Era um homem baixinho, o que a foto deixa claro. Dizem que tinha um  temperamento violento.
Associado aos cunhados Rodopiano Leonis Pereira (que também foi prefeito da cidade) e Joaquim José de Bittencourt, fundou uma fábrica de macarrão, tida como a primeira indústria de Ourinhos.  
Por muitos anos, antes da construção de uma nova ponte do Rio Paranapanema (a que havia fora derrubada durante a Revolução de 1924) foi o proprietário da balsa que fazia a travessia do Paranapanema.
Em depoimento ao jornalista Jefferson Del Rios, autor do livro "Ourinhos - Memórias de uma cidade paulista",  João Ferreira de Campos, o "João Sentado", um dos primeiros motoristas de praça de Ourinhos,  assim caracterizou Emílio de Leão:

 "Ele era um homem muito bravo mas muito bom. Era fazedor de caridade, mas muito quente. Comigo ele era uma beleza. Era um homem baixinho".



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