25.2.17

RELEMBRANDO VELHOS CARNAVAIS 1920 a 1960

ANOS 1920


Família Ferrari no Corso (1928)

ANOS 1930

Bloco carnavalesco no GRO


Bloco das mexicanas (3 e 4 Antonieta Zaki e Esperança Matachana)



Baile infantil no Grêmio Recreativo de Ourinhos - GRO
A professora Diva Leonis é a primeira na última fileira, da esquerda para a a direita.


ANOS 1940
Bloco do Western
 Silas Amaral Santos, Elsa e Wanda Sachelli, Diva Leonis, Selma Zaki Abucham, Maria Vara  


ANOS 1950

Bloco Ferrari


Vesperal no GRO 
Professor Norival e alunos do Ginásio
José Carlos Marão (e), Joaquim Bessa (d), os irmãos Carlos e Mauro Ostronoff, Walter Abujamra.


Posando para o fotógrafo (1956)

ANOS 1960



Vesperal GRO 


esquerda para a direita: Suely Lopes, Ivone Maluf, Carminha Trepadelli, Solange Teodoro, Olenka de Melo Sá, Fernanda Saraiva, Rosely Cury, Nilza Ferrari, Cristina Souza, Elisabeth Fenley, Marisa Brandimarte e Benedita Teixeira. Foto cedida por Cristina Souza.


à esquerda Olenka de Melo Sá, Nilza Maria Ferrari, Marilene Bertoni e Benedita Teixeira; à direita, Ciomara Matachana, Benedita Teixeira, Nilza Maria Ferrari e Olenka de Melo

18.2.17

MEMÓRIAS DO ESPORTE CLUBE OPERÁRIO (1920-1944)

Esse clube esportivo foi fundado em 27 de junho de 1920. Com a sua constituição tornou-se o grande rival do time um pouco mais velho, o Esporte Clube Ourinhense que, em meados dos anos 1920, sofreu um desgaste, reerguendo-se no início dos anos 1930. 
No início de 1930, janeiro, o Operário escolhia uma nova diretoria:
Presidente: Hermenegildo Zanoto
Vice: Hermínio Socci
1º secretário: Edison Leonis
2º: Edison Fioravanti
3º: Aurélio Sacheli
1º tesoureiro: Joaquim Miguel Leal
2º: Ernesto Gonçalves
Orador: profº José Galvão
Diretor geral: Francisco Ciffone Fº
Conselho Geral: Oswaldo Pareto, Américo Cera, Chede Jorge
O campo de futebol do clube se localizava no final da Rua Antônio Prado.

 "A Voz do Povo", de 28-3-1942, dá conta da importância do "Operário" no cotidiano ourinhense:
"Domingo último, às 15 horas, no campo de esportes do E. C. Operário (esse campo ficava entre as ruas Antonio Prado e Expedicionários, em frente ao atual prédio da Escola de Música), abrilhantado pela Lira Carlos Gomes (banda de música local) teve ensejo o anunciado prelio de futebol entre o quadro do veterano local e o seu velho adversário cambaraense, Operário Futebol Clube , já nosso familiar, pelas lutas que tem sustentado contra os quadros locais. A movimentada tarde esportiva promovia pelo E. C. Operário, em seu estádio, constituiu um acontecimento que levou ao campo grande assistência, ávida a premiar aos contendores que mais se destacassem na luta pebolística entre os quadros interestaduais, que se defrontavam em igualdade de forças, sendo o quadro visitante um dos mais credenciados em nosso meio, pelo seu valor.
(...)
Coube a vitória ao quadro local por 3 a 0. Como árbitro, atuou o jovem e distinto esportista ourinhense, Alberico Albano (Bio). que demonstrou, mais uma vez, a sua competência e retidão, agindo com imparcialidade, merecendo francos aplausos a sua atitude.
Preliminarmente, se defrontaram os segundos quadros das mesmas entidades, agradando a todos a pugna, pela disciplina e educação esportivas."



Em 15-11-1944, o Esporte Clube Operário passa a ser denominado  Esporte Clube Olímpico.

A foto abaixo, de autoria desconhecida, dá a dimensão do entusiasmo da população ourinhense numa partida disputada em 1931, no campo do Operário.


Esta outra nos mostra o time do Operário tendo atrás alguns membros de sua diretoria. A foto é dos anos 1940. 
Entre eles identifico (partindo da esquerda) (3) Leontino Ferreira (um dos mais antigos),  (4)o advogado e professor Júlio dos Santos, (6)o profº José Maria Paschoalick (7) Moacyr de Mello Sá e (penúltimo)Tufy Zaki.


O saudoso Francisco Soares (Chicão, irmão da professora Esmeralda Soares , num dos excelente comentários feitos neste blog, assim se referiu ao Operário:
Quando ele perdia um jogo, sua torcida subia para o centro da cidade com a do Operário perturbando. Dona Benedita, esposa do Miguel Cury, era uma apaixonada. Sempre que ia ao campo, levava um guarda-chuva para protegê-la de chuva ou de sol. Em suas mãos, ele era uma verdadeira arma que ela brandia sobre as cabeças de torcedores operarianos que a provocavam Isto passou a ser um fato histórico em nossa cidade.
Bons e felizes tempos aqueles em que a cidade pôde contar com dois excelentes times de futebol.

11.2.17

LAURO MIGLIARI X ALDO MATACHANA THOMÉ - A ELEIÇÃO MUNICIPAL DE 1968


Dois candidatos se defrontaram na eleição para a escolha do prefeito de Ourinhos em 1968. 
Pela primeira vez dois candidatos nascidos em Ourinhos, e com raízes familiares entre os pioneiros, concorriam para se eleger prefeito - Lauro Migliari e Aldo Matachana Thomé. 
O Movimento Democrático Brasileiro - MDB - não apresentou candidato a prefeito, razão pela qual elegeu um pequeno número de vereadores. Já a Arena - Aliança Renovadora Nacional, apesar  de ser o partido mais forte, não era um partido unificado, pois tinha três sublegendas, o que era permitido pela legislação eleitoral. Isso fez com que três candidatos fossem lançados : Aldo Matachana Thomé com o apoio do prefeito em final de mandato, Domingos Camerlingo Caló, Lauro Migliari, com o apoio da sublegenda do ex-prefeito Antonio Luiz Ferreira. Um terceiro, também da Arena, Jorge de Barros Carvalho, desistiu e passou a apoiar Lauro Migliari.
O resultado foi a derrota de Aldo Matachana  Thomé, que concorreria novamente, em 1976, quando então  sagrar-se-ia vencedor (1977-1983) .



O jornal Tempo de Avanço publicou o perfil dos dois candidatos:





Sobre o prefeito Lauro Migliari e sua curta gestão leia em:
https://ourinhos.blogspot.com.br/2016/03/o-prefeito-lauro-migliari.html