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Mostrando postagens de Setembro, 2011

RELEMBRANDO DESFILES

O desfile de Sete de Setembro, data magna da nacionalidade, sempre motivou a população que, espontaneamente vai às ruas acompanhar a apresentação do Exército e das  escolas. Meu pai foi o primeiro a fotografar desfiles em Ourinhos a partir dos anos 1930. Continuou a fazê-lo por muitos e muitos anos. Posteriormente,  como auxiliar do senhor Machado. Saía cedo de casa no dia do desfile e somente retornava após o seu término. Gostava de fotografá-los. Quando residiu em São Paulo, de 1967 a 1974, não deixou por menos, ia para os locais de desfile com sua máquina a tiracolo e muito fotografou , na Paulista, na São João e no Ibirapuera. A foto que ilustra esta coluna hoje, é a de um desfile de Sete de Setembro que teve seu encerramento  no Campo do Operário Futebol Clube. Vemos o Tiro de Guerra à frente  do desfile que então retornava ao seu ponto de partida. Chiquinho subira ao primeiro andar do Hotel da Antonio Prado, que ainda existe na beira da linha do trem,   e, de sua sacada fez esta be…

O progresso da São Paulo-Paraná (1928-1942)

A Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná passou para mãos de uma companhia inglesa em 1928. Na ocasião, essa ferrovia tinha 570 km de área construída em Ourinhos. Em suas diversas seções trabalhavam 84 pessoas. Ela possuía 30 km de trilhos (Ourinhos-Cambará); 3 locomotivas e três vagões transportavam passageiros. Em 1942, a sua área construída em Ourinhos passou para  7.100 km. O número de empregados passou para 910.  18 máquinas e vagões faziam o tráfego entre Ourinhos e Arapongas, por 251 kms de trilhos.   246 eram os vagões de carga. Dados obtidos no artigo "Ourinhos Progride", por "José Luiz", in "A Voz do Povo", de 6 de junho de 1942 p. 1   A foto, por Francisco de Almeida Lopes, é do pátio ferroviário  da antiga SPP.

SAUDANDO A "FOLHA DE OURINHOS"

Há cinco anos, eu publicava nesta coluna o artigo " O jornalista e o menino",  em comemoração ao cinquentenário desse jornal.
São passados cinco anos e a "Folha de Ourinhos" continua impávida e cada vez melhor cobrindo o cotidiano da cidade de Ourinhos e de Salto Grande. Agora com edições em cores.
Miguel Farah, esse plantador de jornais, disse certa vez:
“Três coisas eu jurei defender na minha vida: a Pátria, a Honra e a Família. Isto eu farei, custe o que custar e, aqui fico eu, de viseira erguida para o que der e vier”.
A morte levou-o, mas  filhos e   filhas empunharam a  bandeira desfraldada em 7 de setembro de 1956 e a fizeram tremular, honrando o compromisso paterno. Hoje as irmãs Farah trabalham incansavelmente ao longo da semana para editar o tão esperado jornal dominical. E ele está  firme completando 55 nos. Sinto-me orgulhoso de ser colaborador  da "Folha",  por meio desta coluna  ao longo de 10 anos, resgatando a memória de Ourinhos. Parabéns  "…

MEMÓRIAS OURINHENSES - PENETRAÇÃO MUNDIAL