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Mostrando postagens de Janeiro, 2009

CAROLINA MELLA RIBEIRO DA SILVA - ENTOANDO "AVE MARIAS"

Dos 7 aos 17 anos morei na rua Arlindo Luz , no número 479.
Graças à proximidade da Igreja Matriz e a uma já forte atração para a música, ia frequentemente assistir aos casamentos que lá eram realizados para poder ouvir os dois cantores que eram chamados para abrilhantar as núpcias: Tomás Lopes e Carolina Mella Ribeiro da Silva, Cali.
O contato de minha família com Cali iniciou-se, nos anos 1940, quando ela, recém-casada, veio morar numa casa de meu avô, na rua Rio de Janeiro.
Desse modo, uma amizade próxima ligou-a a minha mãe e tias.
De seus filhos, aquele com quem tive mais proximidade, foi Roberto, colega de folguedos nas ruas e de bancos escolares.
Há muitos anos não a via. Neste final de ano, por força de uma longa estada em Ourinhos, fui visitá-la. Próxima de completar 90 anos, Cali ainda está, com a vivacidade e alegria que sempre irradiou e que a ajudaram a enfrentar as vicissitudes de uma longa jornada de vida que não foi fácil.
Falou-me de suas muitas atividades: pintura, bordado…

AMIGOS POSANDO PARA A ETERNIDADE

Esta foto foi tirada no Foto Sakai em 1961. Da esquerda para a direita; em pé. Simão Oksman, Décio Yared (Décio Turco, falecido), Agenor Rossinholli, José Carlos Marão, Paulo Aurélio Vivan dos Santos (falecido); sentados: Péricles Migliari, Joaquim Bessa, Oswaldo Perino, Wladimir Mori; sentados ao rês do chão: Chico Vara (falecido) e Lauro Zimmermann (falecido). Gentileza de Joaquim Bessa.
Laurinho foi meu colega de Sanbra, grande e saudoso amigo.

JOSÉ FERNANDES DE SOUZA, GERENTE DA FILIAL DA SANBRA EM OURINHOS

Foto: Amigos num churrasco na Diacuí
Souza é o primeiro à esquerda, em pé.


José Fernandes de Souza, a esposa Ivone Duarte, o amigo drº Luiz Monzillo e a filha Cristina , debutante.










José Fernandes de Souza,
* 21 de maio de 1921
+ 21 de janeiro de 1999

Há dez anos, falecia José Fernandes de Souza, modelo de pai, esposo, empregador e de cidadão. Seu nome está ligado às mais diversas iniciativas na cidade que elegeu para morar e onde nasceram os seus filhos, Cristina e Zezo. Eu tive o privilégio de tê-lo como meu primeiro patrão, na Sanbra, onde trabalhei dois anos e meio. Esse período foi uma escola de profissionalismo que marcou minha vida, e isso devo ao exemplo de José Fernandes de Souza, gerente da filial de Ourinhos. Liberto Resta, que era o chefe do escritório, aos poucos foi me passando a tarefa de relatar essa rubrica nas reuniões do controle orçamentário da filial de Ourinhos. Desse modo , pude participar das reuniões periódicas que se faziam e pude ver de perto a competência desse p…

TOMÁS LOPES, O MESTRE DE OBRAS

Ao centro da foto, nos andaimes da nova matriz, anos 1940. Na Capela do Asilo São Vicente de Paula, anos 1960: Humberto Rosa, Benedito Monteiro, Tomás Lopes, as Irmãs espanholas do Asilo .




Na Casa Paroquial, com missionário redentorista e Humberto Rosa, presidente da Congregação Mariana.









Em cerimônia na Matriz, ao lado do prefeito Rubens Bortolocci da Silva, Humberto Rosa e Mituo Minami.







Com a esposa e filhos














Na Matriz, missa das bodas de prata.

Alto, vasta cabeleira, olhos claros marcantes, uma figura que lembrava o ator Burt Lancaster. Assim era Tomás Lopes, de ascendência ítalo-alemã, nascido em Botucatu em 5 de abril de 1916 e falecido em Ourinhos em 22 de agosto de 1988. Quando o empresário Emílio Pedutti decidiu construir um novo cinema de Ourinhos, no início dos anos 1940, foi a Tomás Lopes que ele entregou o comando da obra. Foi dessa forma que Tomás veio para Ourinhos, e quando resolveu aqui fixar-se, trouxe a esposa Diana Dias.
Terminada a construção do prédio que abrigaria o Cin…